Assisti ao espetáculo “Quase Sólidos”

31 jan

“É possível que não encontremos todas as respostas
e que duvidar um pouco mais seja nosso caminho.
O caminho largo e aberto é tb uma maneira,
um modo de viver, um convite.
Há uma pressa grande em definir o nosso tempo.
Modernidade, contemporaneidade, pós-modernidade
hiper-modernidade, modernidade líquida.
Os academicos adoram terminologias…
não podem viver sem elas.
A rosa, se tivesse um outro nome perderia seu perfume?*”

*Romeu inicia a peça apaixonado por Rosaline.

Texto de Elias Mouret, diretor

Assisti à peça “Quase Sólidos”, da Trupe de Copas,  no último domingo (30), a última peça do “Janeiro de Grandes Espetáculos”.

A peça tem momentos de impacto, de drama profundo, de tensão e de tristeza, e também de muitas risadas. Adorei a experiência. Fazia uma década quase que não ia ao teatro (eu sei, “shame on me”).

Achei a peça incrivelmente difícil de interpretar, pois os três atores (Eron Villar, Júnior Aguiar e Viviane Bezerra) têm falas muito longas, muitas vezes os três falam ao mesmo tempo, e é fácil se perder e se confundir. Acho que os três são grandes atores.

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