Arquivo | março, 2011

Só rindo (muito) do Bolsonaro

31 mar

Gente do céu, não conhecia essa figura. Meu Deus.

Quem sabe um dia ele ainda vai estar numa parada gay, dançando “I will survive” e rindo à toa?

 

Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas

29 mar

 

Um filme contemplativo, com pouquíssimos cortes e poucas falas, que tem uma proposta bem diferente da maioria dos filmes que costumo assistir.

Valeu muito a pena conhecê-lo, pois se trata de um filme conceitual, cheio de referências e que mostra uma outra cultura de forma bem realista, além de falar de um tema importante – a morte, o mundo dos espíritos – de uma maneira nova, fazendo referência às lendas, mitos, crenças e tradições da Tailândia, onde foi filmado.

Valeu, Tiago 🙂

Em cartaz no Cinema da Fundaj.

Da liberdade que o blog me dá

24 mar

Uma das coisas que mais gosto nos blogs é a liberdade de formato que ele nos permite. Não tenho que escrever um texto “padrão”, posso colocar os títulos que quiser, posso começar pelo fim, terminar o assunto em outro post, mesclar com imagens, áudios, vídeos, citações. Tudo sem pé nem cabeça, mas muito compreensível. O blog nos permite expressar com mais fidedignidade nosso fluxo de pensamentos. E ainda por cima tenho um canal gratuito, livre e de minha total responsabilidade. Isso, para quem trabalha com comunicação, é muito bom de se ver.

Que não me deixa mentir

24 mar

“O que a emergente era da mobilidade vem colocando em relevo, antes de tudo, é a necessidade de reavaliação dos prognósticos tanto sobre o desaparecimento da experiência humana do lugar e das interações sociais em presença, quanto sobre a perda da integridade corporal do humano na intersecção com sistemas cibernéticos – computadores, organismos engenheirados biogeneticamente, sistemas espertos, robôs, andróides e ciborgues”.

Lucia Santaella, no texto “Mídias locativas: a internet móvel de lugares e coisas”.

Será que somos um pouco robôs?

24 mar

Eu assistia a muitas novelas (inclusive todas as mexicanas) quando era adolescente, mas há muito tempo que não quero nem ouvir falar delas, porque acho que sao todas iguais e muito pobres no conteúdo. Termina sendo uma forma de desaprendizado.

Mas comecei a assistir a “Morde e Assopra” e me veio um questionamento até útil: “Será que nós, seres humanos, não somos também um pouco como robôs”? Afinal de contas, a lógica é algo que nos guia. Claro que existem os sentimentos e “essa tal de alma”, que nos torna humanos, mas a técnica está tão embedida no dia-a-dia que às vezes me pego questionando se não estou me transformando numa máquina, que tem metas a cumprir e que precisa mostrar eficiência, senão …

Segunda colonização

22 mar

“A segunda colonização, não mais horizontal, mas desta vez vertical, penetra na grande reserva que é a alma humana. A alma é a nova África que começa a agitar os circuitos dos cinemas”. Edgar Morin

Após a colonização da África e Ásia, de todo o globo, enfm, o ser humano se volta para a conquista do espaço sideral, num aspecto geográfico, territorial, e também para a conquista do território interior do homem, território infinito e pouco explorado.

“A segunda industrialização, que passa a ser a industrialização do espírito, e a segunda colonização, que passa a dizer respeito à alma, progridem no decorrer do século XX”. idem

Foto: h.koppdelaney

“Eu sou prisioneira da liberdade”

22 mar

Frase que escutei numa aula e gostei 🙂

Foto: fazen