Arquivo | janeiro, 2011

Livro “Jogos Teatrais”

31 jan

Mais um livro que estou lendo e adorando, é o “Jogos Teatrais“, de Ingrid Dormien Koudela, que fala sobre teatro e educação.

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Livro “A Preparação do Ator”

31 jan

Muito bom! Apesar de ser um livro “técnico”, o autor escolheu contar uma história, com enredo e personagens, o que torna a leitura muito agradável.

Veja aqui.

Assisti ao espetáculo “Quase Sólidos”

31 jan

“É possível que não encontremos todas as respostas
e que duvidar um pouco mais seja nosso caminho.
O caminho largo e aberto é tb uma maneira,
um modo de viver, um convite.
Há uma pressa grande em definir o nosso tempo.
Modernidade, contemporaneidade, pós-modernidade
hiper-modernidade, modernidade líquida.
Os academicos adoram terminologias…
não podem viver sem elas.
A rosa, se tivesse um outro nome perderia seu perfume?*”

*Romeu inicia a peça apaixonado por Rosaline.

Texto de Elias Mouret, diretor

Assisti à peça “Quase Sólidos”, da Trupe de Copas,  no último domingo (30), a última peça do “Janeiro de Grandes Espetáculos”.

A peça tem momentos de impacto, de drama profundo, de tensão e de tristeza, e também de muitas risadas. Adorei a experiência. Fazia uma década quase que não ia ao teatro (eu sei, “shame on me”).

Achei a peça incrivelmente difícil de interpretar, pois os três atores (Eron Villar, Júnior Aguiar e Viviane Bezerra) têm falas muito longas, muitas vezes os três falam ao mesmo tempo, e é fácil se perder e se confundir. Acho que os três são grandes atores.

Curso de Iniciação Teatral no Recife

31 jan

Informações aqui.

Oficina de Jogos Teatrais

28 jan

Estou fazendo a “Oficina de Jogos Teatrais”, com o professor Ivan Ferreira, do Engenho de Criação.

É tudo muito novo e desafiador para mim, mas também muito gratificante. Ainda não é um curso de formação de atores, e sim uma oficina para todos os públicos, ou seja, não é preciso experiência prévia alguma.

Tenho compreendido muitas coisas que eu não sabia a respeito de representar. Eu achava que era só decorar um texto, achar que era uma outra pessoa e pronto, você entrava numa espécie de “transe” e tudo fluía.

Não é assim … você continua sendo você mesmo, mesmo com um texto para interpretar. Acho interessante a abordagem que Ivan usa nas suas aulas, que busca restaurar em nós a espontaneidade, fazer com que realmente criemos do “nada” alguma coisa, fazer com que a representação que surja de nós venha de dentro, ou seja, seja verdadeira.